Vidas que se entrelação pelos caminhos...
Despedidas que jamais serão esquecidas!
Rosas que nascem sem os espinhos...
Espinhos que abrem grandes feridas.
Esses espinhos estão por toda a parte:
Invadem jardins, ruas e avenidas.
São artistas que nas vidas fazem a arte.
Tristes telas que não serão vendidas.
Penduradas nunha parede fria.
Serão o retrato do desespero.
É a cena de uma panela vazia.
Uma comida que não tem tempero.
Miguel Rodrigues de Oliveira Filho
Apenas algumas linhas movidas por devaneios, sem pretenção de ser poeta. Um ignorante da gramática, mas que ama o significado e o som das palavras....
segunda-feira, 16 de maio de 2011
A morte em si mesmo.
A vida surge e com ela tantos sonhos.
Seguimos pelas ruas criando iluzões...
E as emoções começam a surgirem:
Vem os amores, as amizades, as alegrias...
Os castelos que outrora eram lindos,
Cheios de tantos momentos maravilhosos,
Ficam velhos, começam a desmoronar,
E com os ventos surge o frio, o lamento.
E tudo ficou pelos caminhos, pelas esquinas:
amores, amizades, iluzões, esperança.
O navio ficou à deriva e as ondas sufocam...
Tudo passou como uma poeira no vento.
O corpo que era jovem e crédulo passou...
Os sentimento deram espaço a um vazio:
Rancor, raiva, solidão, decepção, tristeza...
O homem morrre, cada dia, em si mesmo.
Miguel Rodrigues de Oliveira Filho
Seguimos pelas ruas criando iluzões...
E as emoções começam a surgirem:
Vem os amores, as amizades, as alegrias...
Os castelos que outrora eram lindos,
Cheios de tantos momentos maravilhosos,
Ficam velhos, começam a desmoronar,
E com os ventos surge o frio, o lamento.
E tudo ficou pelos caminhos, pelas esquinas:
amores, amizades, iluzões, esperança.
O navio ficou à deriva e as ondas sufocam...
Tudo passou como uma poeira no vento.
O corpo que era jovem e crédulo passou...
Os sentimento deram espaço a um vazio:
Rancor, raiva, solidão, decepção, tristeza...
O homem morrre, cada dia, em si mesmo.
Miguel Rodrigues de Oliveira Filho
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