Apenas algumas linhas movidas por devaneios, sem pretenção de ser poeta. Um ignorante da gramática, mas que ama o significado e o som das palavras....
domingo, 14 de agosto de 2011
Pai
O suor escorrendo no seu rosto,
Era a esperança do pão na mesa.
Escondia a lágrima de desgosto:
Sofria por ser filho da pobreza!
Tinha uma voz firme, um braço forte.
Trabalhava de noite e, se preciso, de dia.
Colocava na luta a certeza, não na sorte.
Encarava as dificuldades com alegria.
Homem simples, porém honrado:
Dignidade, respeito, recebia...
Havia sempre amigos do seu lado.
Sempre com carinho me recebia.
Já não recebo seu abraço apertado...
É a sua luz que em mim irradia!
Miguel Rodrigues de Oliveira Filho
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Livros
Os livros de direito são gelados e frios:
Trazem o pensamentos dos dominantes...
Dentro, as injustiças, causam calafrios...
São brigas de anões contra gigantes.
Os livros de biologia descrevem os seres vivos:
A evolução contada pelo darwinismo...
No microscópio: células, bactérias e vírus ativos...
A morte e a vida no mesmo organismo.
A Bíblia fala da fé e da religião...
Cria seus dogmas: do inferno e do céu.
Alguns, só, tornam-se ermitão,
Pois não suportam a torre de Babel...
Mas só a poesia está em tudo que existe:
Na Bíblia em 1 Coríntios treze: verás o amor...
Porque, sem saber olhar, tudo é triste...
É como caminhar, olhar para trás, e sentir dor.
Miguel Rodrigues de Oliveira Filho
Trazem o pensamentos dos dominantes...
Dentro, as injustiças, causam calafrios...
São brigas de anões contra gigantes.
Os livros de biologia descrevem os seres vivos:
A evolução contada pelo darwinismo...
No microscópio: células, bactérias e vírus ativos...
A morte e a vida no mesmo organismo.
A Bíblia fala da fé e da religião...
Cria seus dogmas: do inferno e do céu.
Alguns, só, tornam-se ermitão,
Pois não suportam a torre de Babel...
Mas só a poesia está em tudo que existe:
Na Bíblia em 1 Coríntios treze: verás o amor...
Porque, sem saber olhar, tudo é triste...
É como caminhar, olhar para trás, e sentir dor.
Miguel Rodrigues de Oliveira Filho
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Por que estas triste?
A tua felicidade não depende do outro.
Tens o destino em tuas mãos.
Por que não olhas a beleza da rosa branca?
Se olhares, sentirás emoção.
O Sol nasceu, é um outro dia.
Deus te iluminou com amor e carinho.
Ergues teus olhos, olha o espelho.
Há tantos que gostariam ver um pouquinho.
Não te assustes com o amanhã,
Os pássaros dormem sem sonhar.
Se hoje o dia é de chuva e triste
Logo a tempestade vai passar.
Cria em teu peito um novo jardim,
Novos beija-flores aparecerão...
O mundo, não pára, continua girando
Se perderes um amor: outros virão.
Miguel Rodrigues de Oliveira Filho
Tens o destino em tuas mãos.
Por que não olhas a beleza da rosa branca?
Se olhares, sentirás emoção.
O Sol nasceu, é um outro dia.
Deus te iluminou com amor e carinho.
Ergues teus olhos, olha o espelho.
Há tantos que gostariam ver um pouquinho.
Não te assustes com o amanhã,
Os pássaros dormem sem sonhar.
Se hoje o dia é de chuva e triste
Logo a tempestade vai passar.
Cria em teu peito um novo jardim,
Novos beija-flores aparecerão...
O mundo, não pára, continua girando
Se perderes um amor: outros virão.
Miguel Rodrigues de Oliveira Filho
domingo, 3 de julho de 2011
Quando me sinto só.
Caminho no meio da feira...
Há gente gritando para todo lado...
Enquanto uns falam besteira,
Alguém caminha, aéreo, calado!
É mais um traseute nessa multidão...
O que menos intereça, são os preços...
Se existe caristia ou mesmo deflação.
Ali só mercadorias. Nada além: desapreços...
Vai vagando pirilampo de dia:
A tua luz ninguém vai perceber!
Nem o barulho da tua melancolia...
O vinho na mão: será que devo beber?
Mas beber não trará nova euforia...
Que gente é essa? Ninguém. Quem é você?
Miguel Rodrigues de Oliveira Filho
Há gente gritando para todo lado...
Enquanto uns falam besteira,
Alguém caminha, aéreo, calado!
É mais um traseute nessa multidão...
O que menos intereça, são os preços...
Se existe caristia ou mesmo deflação.
Ali só mercadorias. Nada além: desapreços...
Vai vagando pirilampo de dia:
A tua luz ninguém vai perceber!
Nem o barulho da tua melancolia...
O vinho na mão: será que devo beber?
Mas beber não trará nova euforia...
Que gente é essa? Ninguém. Quem é você?
Miguel Rodrigues de Oliveira Filho
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Conflitos
O homem quer imitar a Deus
Desperdiça dinheiro em máquina do big-ben.
Ignorando a fome dos seus...
Em nome da ciência constroem o mal e matam o bem...
A ética não existe: política belíca é desenvovida...
Nos continentes fome, miséria e sofrimento...
Alimentam a guerra destruindo toda e qualquer vida.
A ambição e a fome do poder é seu passa-tempo.
A natureza começa a reagir contra a defastação...
Discursos diversos tentam esconder a realidade.
Aquecimento ou era do gelo: tudo é fruto da poluição.
Luxuria, preguiça, inveja, sinônimo de infelicidade.
Miguel Rodrigues de Oliveira Filho
Desperdiça dinheiro em máquina do big-ben.
Ignorando a fome dos seus...
Em nome da ciência constroem o mal e matam o bem...
A ética não existe: política belíca é desenvovida...
Nos continentes fome, miséria e sofrimento...
Alimentam a guerra destruindo toda e qualquer vida.
A ambição e a fome do poder é seu passa-tempo.
A natureza começa a reagir contra a defastação...
Discursos diversos tentam esconder a realidade.
Aquecimento ou era do gelo: tudo é fruto da poluição.
Luxuria, preguiça, inveja, sinônimo de infelicidade.
Miguel Rodrigues de Oliveira Filho
Quem eu sou?
Sou o andarílio que se perdeu no caminho,
A saudade do sorriso ausente.
Sou a defesa da rosa, sou aquele espinho...
Que feriu o teu presente.
Sou a lembrança em preto e branco.
Sou a jornada no meio da chuva.
Sou a árvore que te serviu de banco.
A lágrima fria que o teu olhar turva.
Sou o vinho que aquece o teu peito...
Sou a incerteza da encruzilhada.
Sou o caminho certo cheio de defeito.
Sou o rico que não tem nada.
Sou o fiel da balança quebrada,
Que pende para o lado da miséria alheia.
Sou uma alma que foi condenada:
Serpente que escorre sobre a areia.
A saudade do sorriso ausente.
Sou a defesa da rosa, sou aquele espinho...
Que feriu o teu presente.
Sou a lembrança em preto e branco.
Sou a jornada no meio da chuva.
Sou a árvore que te serviu de banco.
A lágrima fria que o teu olhar turva.
Sou o vinho que aquece o teu peito...
Sou a incerteza da encruzilhada.
Sou o caminho certo cheio de defeito.
Sou o rico que não tem nada.
Sou o fiel da balança quebrada,
Que pende para o lado da miséria alheia.
Sou uma alma que foi condenada:
Serpente que escorre sobre a areia.
Miguel Rodrigues de Oliveira Filho
domingo, 26 de junho de 2011
Evolução
Hoje não sou o que fui ontem...
Agora já não sou o que fui em minutos...
Evoluindo e regredindo,
Vou seguindo, sem regras, sem estatutos...
Agora já não sou o que fui em minutos...
Evoluindo e regredindo,
Vou seguindo, sem regras, sem estatutos...
Mágma
Magma
Tento descrever quem sou, mas as palavras fogem como poeira galopando no vento, porque há horas que sou um ice-berg à deriva, sem saber qual a direção, deixando me levar pela correnteza desse instante, frio e alheio ao mundo que está em volta e, repentinamente, tão rápido como um relâmpago que cruza a noite escura, me transformo em um leito de magma, cuja cor rubra efervescente é capaz de, apesar de lindo, destruir tudo que encontra em seu caminho. Mas ao passar a explosão, os sentimentos vão se solidificando e formando uma ilha no meu peito que estar rodeado de emoções, de vida, como os corais que enfeitam os arrecifes no meio desse oceano de ilusões.
Sou ao mesmo tempo a certeza da morte, mas também a incerteza da hora de sua chegada. Sou o punhal que rasga o ventre, mas a mão que ampara a fera ferida. Sou a ansiedade de chegar, mas também a beleza da partida, cheia de esperança e de fé num encontro de um dia melhor.
Sou um paradoxo ambulante que, de esquina em esquina, encontro respostas, mas também interrogações e, cada fez mais me aprofundo na certeza de que nada sei e jamais vou saber, porque a graça da vida está na incerteza do amanhã e na ignorância do conhecimento...
Miguel Rodrigues de Oliveiar Filho
Tento descrever quem sou, mas as palavras fogem como poeira galopando no vento, porque há horas que sou um ice-berg à deriva, sem saber qual a direção, deixando me levar pela correnteza desse instante, frio e alheio ao mundo que está em volta e, repentinamente, tão rápido como um relâmpago que cruza a noite escura, me transformo em um leito de magma, cuja cor rubra efervescente é capaz de, apesar de lindo, destruir tudo que encontra em seu caminho. Mas ao passar a explosão, os sentimentos vão se solidificando e formando uma ilha no meu peito que estar rodeado de emoções, de vida, como os corais que enfeitam os arrecifes no meio desse oceano de ilusões.
Sou ao mesmo tempo a certeza da morte, mas também a incerteza da hora de sua chegada. Sou o punhal que rasga o ventre, mas a mão que ampara a fera ferida. Sou a ansiedade de chegar, mas também a beleza da partida, cheia de esperança e de fé num encontro de um dia melhor.
Sou um paradoxo ambulante que, de esquina em esquina, encontro respostas, mas também interrogações e, cada fez mais me aprofundo na certeza de que nada sei e jamais vou saber, porque a graça da vida está na incerteza do amanhã e na ignorância do conhecimento...
Miguel Rodrigues de Oliveiar Filho
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Despedidas e desncontros
Vidas que se entrelação pelos caminhos...
Despedidas que jamais serão esquecidas!
Rosas que nascem sem os espinhos...
Espinhos que abrem grandes feridas.
Esses espinhos estão por toda a parte:
Invadem jardins, ruas e avenidas.
São artistas que nas vidas fazem a arte.
Tristes telas que não serão vendidas.
Penduradas nunha parede fria.
Serão o retrato do desespero.
É a cena de uma panela vazia.
Uma comida que não tem tempero.
Miguel Rodrigues de Oliveira Filho
Despedidas que jamais serão esquecidas!
Rosas que nascem sem os espinhos...
Espinhos que abrem grandes feridas.
Esses espinhos estão por toda a parte:
Invadem jardins, ruas e avenidas.
São artistas que nas vidas fazem a arte.
Tristes telas que não serão vendidas.
Penduradas nunha parede fria.
Serão o retrato do desespero.
É a cena de uma panela vazia.
Uma comida que não tem tempero.
Miguel Rodrigues de Oliveira Filho
A morte em si mesmo.
A vida surge e com ela tantos sonhos.
Seguimos pelas ruas criando iluzões...
E as emoções começam a surgirem:
Vem os amores, as amizades, as alegrias...
Os castelos que outrora eram lindos,
Cheios de tantos momentos maravilhosos,
Ficam velhos, começam a desmoronar,
E com os ventos surge o frio, o lamento.
E tudo ficou pelos caminhos, pelas esquinas:
amores, amizades, iluzões, esperança.
O navio ficou à deriva e as ondas sufocam...
Tudo passou como uma poeira no vento.
O corpo que era jovem e crédulo passou...
Os sentimento deram espaço a um vazio:
Rancor, raiva, solidão, decepção, tristeza...
O homem morrre, cada dia, em si mesmo.
Miguel Rodrigues de Oliveira Filho
Seguimos pelas ruas criando iluzões...
E as emoções começam a surgirem:
Vem os amores, as amizades, as alegrias...
Os castelos que outrora eram lindos,
Cheios de tantos momentos maravilhosos,
Ficam velhos, começam a desmoronar,
E com os ventos surge o frio, o lamento.
E tudo ficou pelos caminhos, pelas esquinas:
amores, amizades, iluzões, esperança.
O navio ficou à deriva e as ondas sufocam...
Tudo passou como uma poeira no vento.
O corpo que era jovem e crédulo passou...
Os sentimento deram espaço a um vazio:
Rancor, raiva, solidão, decepção, tristeza...
O homem morrre, cada dia, em si mesmo.
Miguel Rodrigues de Oliveira Filho
domingo, 24 de abril de 2011
Direito de viver...
Reguei a terra árida com o suor que caia do meu rosto.
Eu precisava molhar a semente da esperança...
Hoje quem molha o chão são as lágrimas de desgosto.
A enxada abre meu peito, ferindo como lança...
O sol desenha no leito do rio sua arte.
A lama exposta rachada é fruto do descaso...
O solo está estéril como o planeta marte.
Tudo virou poeira: a vida virou um mero acaso!
As plantações morreram no solo, antes de nascer.
Nelas havia muito mais que desejo de matar a fome.
Ali eu plantei o direito de ser livre e assim viver...
Eu queria ser gente e acabei virando esse lobisomem.
Um ser transitório que negaram o direito de saber:
E por não saber, sobrevivo tentando matar o que me consome.
Miguel Rodrigues de Oliveira Filho
Eu precisava molhar a semente da esperança...
Hoje quem molha o chão são as lágrimas de desgosto.
A enxada abre meu peito, ferindo como lança...
O sol desenha no leito do rio sua arte.
A lama exposta rachada é fruto do descaso...
O solo está estéril como o planeta marte.
Tudo virou poeira: a vida virou um mero acaso!
As plantações morreram no solo, antes de nascer.
Nelas havia muito mais que desejo de matar a fome.
Ali eu plantei o direito de ser livre e assim viver...
Eu queria ser gente e acabei virando esse lobisomem.
Um ser transitório que negaram o direito de saber:
E por não saber, sobrevivo tentando matar o que me consome.
Miguel Rodrigues de Oliveira Filho
sexta-feira, 22 de abril de 2011
O amor
O amor
O amor pode ser trágico como a morte,
Mas maravilhoso como o nascimento de uma criança.
Pode trazer ou destruir toda a sorte.
Ser repleto de alegria e felicidade ou só de esperança.
Ele pode vir com tristeza e muita escuridão,
Mas também inundar tudo em sua volta de luz.
Pode preencher o vazio: destruir a solidão.
Nos jogar na lama ou ser a energia que conduz...
Ser a vela acesa no meio da noite escura,
Ou a tempestade que naufraga a vida.
Mudar uma alma triste em anjo de candura.
Cicatrizar a mais profunda e amarga ferida.
Afastar do coração rancor: deixando ternura.
Porque o amor tem o poder e devolver a vida!
Miguel Rodrigues de Oliveira Filho
O amor pode ser trágico como a morte,
Mas maravilhoso como o nascimento de uma criança.
Pode trazer ou destruir toda a sorte.
Ser repleto de alegria e felicidade ou só de esperança.
Ele pode vir com tristeza e muita escuridão,
Mas também inundar tudo em sua volta de luz.
Pode preencher o vazio: destruir a solidão.
Nos jogar na lama ou ser a energia que conduz...
Ser a vela acesa no meio da noite escura,
Ou a tempestade que naufraga a vida.
Mudar uma alma triste em anjo de candura.
Cicatrizar a mais profunda e amarga ferida.
Afastar do coração rancor: deixando ternura.
Porque o amor tem o poder e devolver a vida!
Miguel Rodrigues de Oliveira Filho
Solidão
A pior solidão não é quando falta pessoas por perto, mas tão somente aquela quando sinto ausência de mim. Nos momentos que a minha mente viaja e não encontra respostas, quando sinto que estou caindo em um vazio sem início e sem fim: um verdadeiro buraco negro, quando a alma deixa o corpo e se perde em labirintos indecifraveis, cheios de mistérios que a razão não define e nem o coração sente.
Miguel Rodrigues de Oliveira Filho
Miguel Rodrigues de Oliveira Filho
Andanças
Andanças
Andei pelos caminhos mais obscuros.
Cruzei passarela e pontes...
E quando os horizontes pareciam escuros,
Encontrei várias fontes...
Descobri que havia esperança,
Que a água viva estava na palavra...
Que eu poderia voltar a ser criança...
Que o destino era de minha lavra!
Descobri o amor em um gesto
E que um gesto pode destruir.
Que sorri pode ser um protesto...
Que acordamos na hora de partir.
Miguel Rodrigues de Oliveira Filho
Andei pelos caminhos mais obscuros.
Cruzei passarela e pontes...
E quando os horizontes pareciam escuros,
Encontrei várias fontes...
Descobri que havia esperança,
Que a água viva estava na palavra...
Que eu poderia voltar a ser criança...
Que o destino era de minha lavra!
Descobri o amor em um gesto
E que um gesto pode destruir.
Que sorri pode ser um protesto...
Que acordamos na hora de partir.
Miguel Rodrigues de Oliveira Filho
Nem tudo está perdido
Nem tudo está perdido
O sol ainda surge trazendo as cores.
As flores ainda abrem enchendo de perfume...
Esqueçam as tristezas, pois trazem dores...
Faça do que não presta um monte de estrume:
Jogue sobre a terra e alimente a planta...
Não pense que tudo está perdido.
Lembre-se que nem todo animal é anta.
Assim como nem todo jardim é florido.
E assim como há os jardins de pedra no Japão...
Há os corações que se fazem duro.
Mas a água vai aos poucos penetrando no chão:
Com os anos abrindo cavernas no obscuro.
Nem tudo estará longe do nosso alcance.
Tudo depende da nossa coragem de fazer...
Como jogador que define em um lance...
Deus nos criou à sua maneira de amar e ser.
Miguel Rodrigues de Oliveira Filho
O sol ainda surge trazendo as cores.
As flores ainda abrem enchendo de perfume...
Esqueçam as tristezas, pois trazem dores...
Faça do que não presta um monte de estrume:
Jogue sobre a terra e alimente a planta...
Não pense que tudo está perdido.
Lembre-se que nem todo animal é anta.
Assim como nem todo jardim é florido.
E assim como há os jardins de pedra no Japão...
Há os corações que se fazem duro.
Mas a água vai aos poucos penetrando no chão:
Com os anos abrindo cavernas no obscuro.
Nem tudo estará longe do nosso alcance.
Tudo depende da nossa coragem de fazer...
Como jogador que define em um lance...
Deus nos criou à sua maneira de amar e ser.
Miguel Rodrigues de Oliveira Filho
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Se o amor se vai...
Quado o amor se vai,
A vida fica cinzenta.
Nada mais nos atrai:
A dor arrebenta.
Em seu lugar um vazio
Os dias passam lentos
Escorrendo como rio:
turvos pensamentos.
E vem a solidão.
Com ela a tristeza.
Além da depressão...
Se esvaiu a sutileza
Junto foi a emoção.
Adeus dona beleza!
Miguel Rodrigues de oliveira Filho
A vida fica cinzenta.
Nada mais nos atrai:
A dor arrebenta.
Em seu lugar um vazio
Os dias passam lentos
Escorrendo como rio:
turvos pensamentos.
E vem a solidão.
Com ela a tristeza.
Além da depressão...
Se esvaiu a sutileza
Junto foi a emoção.
Adeus dona beleza!
Miguel Rodrigues de oliveira Filho
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